Caros adeptos do desporto-rei.
No passado Domingo, a Equipa de Lá venceu a Equipa de Cá, por 5-4, num jogo repleto de polémica (à semelhança do Benfica-Porto e também aqui os simpatizantes do Benfica foram beneficiados). Vamos chegar lá, uma coisa de cada vez. Em primeiro lugar, o nível exibicional do jogo ressentiu-se com toda a história das festas, dos excessos natalícios e coisas afins. Em segundo lugar e relativamente ao jogo, às técnico-tácticas, a Equipa de Cá esteve muito mal. Começou o jogo sem o seu elemento constante e regular, Daniel, elemento que fez muita falta. Depois, o seu grande e virtuoso jogador, Christophe Santos, esteve bastante mal, sobretudo no capítulo da finalização, falhando duas oportunidades claras de golo. No entanto, também é justo dizer que Christophe esteve na maior parte dos golos da equipa e fez inúmeras assistências primorosas que foram desperdiçadas pelos jogadores da sua equipa, nomedamente J.P., Káká (estes dois pareciam jogadores de rugby, tal a forma como tentavam fazer pontapés para a atmosfera) e também Kobas. Desta forma, conclui-se que Káká, Kobas , Bébé e J.P. também estiveram a um nível fraquinho. O melhor elemento da equipa (para verem o cúmulo) acabou por ser Chinquilha, quer a atacar, quer ainda a defender, se bem que estivesse melhor a ajudar o ataque, no cinco para quatro, do que propriamente a defender. Na equipa de Lá, destacou-se Sacana, eleito o melhor jogador em campo, destacando-se no capítulo defensivo: mais propriamente na baliza, onde protagonizou defesas brilhantes, nomeadamente uma delas espectacular, depois de uma jogada de Christophe, que levantou a bola por cima de Bomba e fez um remate aéreo de pé esquerdo, defendido por sacana. Também é verdade que a Equipa de Cá mandou uma dezena de remates aos postes e à barra, não tendo a sorte do lado deles.
Relativamente aos casos polémicos, o golo que deu a vitória à Equipa de Lá, está a gerar muita polémica, pois na verdade, nem se sabe se a bola realmente entrou ou não. Bomba foi o único jogador a dizer que a bola entrou, em sentido oposto, estava Káká que se encontrava na linha de golo e Xinca. Minutos antes Christophe Santos tinha introduzido a bola na baliza da equipa adversária, golo que foi anulado porque supostamente Kobas tinha feito falta sobre Sacana. Nas duas situações, de realçar que a Equipa de Cá mostrou-se magnânime e altruísta e concedeu as decisões aos adversários, para que não se gerasse mais polémica. Portanto, futuramente espera-se que a Equipa de Lá também consiga ter gestos semelhantes e não alguns como praticou ao longo do jogo, designadamente na queima de tempo, parecendo as equipas pequenas quando jogam com as grandes, bem como na não felicitação aos recentes campeões Equipa de Cá.
De qualquer forma, Christophe Santos já disse que não irá ingressar na Equipa de Lá e que quer ser bicampeão pela Equipa de Cá.
O Presidente,
Christophe Santos
No passado Domingo, a Equipa de Lá venceu a Equipa de Cá, por 5-4, num jogo repleto de polémica (à semelhança do Benfica-Porto e também aqui os simpatizantes do Benfica foram beneficiados). Vamos chegar lá, uma coisa de cada vez. Em primeiro lugar, o nível exibicional do jogo ressentiu-se com toda a história das festas, dos excessos natalícios e coisas afins. Em segundo lugar e relativamente ao jogo, às técnico-tácticas, a Equipa de Cá esteve muito mal. Começou o jogo sem o seu elemento constante e regular, Daniel, elemento que fez muita falta. Depois, o seu grande e virtuoso jogador, Christophe Santos, esteve bastante mal, sobretudo no capítulo da finalização, falhando duas oportunidades claras de golo. No entanto, também é justo dizer que Christophe esteve na maior parte dos golos da equipa e fez inúmeras assistências primorosas que foram desperdiçadas pelos jogadores da sua equipa, nomedamente J.P., Káká (estes dois pareciam jogadores de rugby, tal a forma como tentavam fazer pontapés para a atmosfera) e também Kobas. Desta forma, conclui-se que Káká, Kobas , Bébé e J.P. também estiveram a um nível fraquinho. O melhor elemento da equipa (para verem o cúmulo) acabou por ser Chinquilha, quer a atacar, quer ainda a defender, se bem que estivesse melhor a ajudar o ataque, no cinco para quatro, do que propriamente a defender. Na equipa de Lá, destacou-se Sacana, eleito o melhor jogador em campo, destacando-se no capítulo defensivo: mais propriamente na baliza, onde protagonizou defesas brilhantes, nomeadamente uma delas espectacular, depois de uma jogada de Christophe, que levantou a bola por cima de Bomba e fez um remate aéreo de pé esquerdo, defendido por sacana. Também é verdade que a Equipa de Cá mandou uma dezena de remates aos postes e à barra, não tendo a sorte do lado deles.
Relativamente aos casos polémicos, o golo que deu a vitória à Equipa de Lá, está a gerar muita polémica, pois na verdade, nem se sabe se a bola realmente entrou ou não. Bomba foi o único jogador a dizer que a bola entrou, em sentido oposto, estava Káká que se encontrava na linha de golo e Xinca. Minutos antes Christophe Santos tinha introduzido a bola na baliza da equipa adversária, golo que foi anulado porque supostamente Kobas tinha feito falta sobre Sacana. Nas duas situações, de realçar que a Equipa de Cá mostrou-se magnânime e altruísta e concedeu as decisões aos adversários, para que não se gerasse mais polémica. Portanto, futuramente espera-se que a Equipa de Lá também consiga ter gestos semelhantes e não alguns como praticou ao longo do jogo, designadamente na queima de tempo, parecendo as equipas pequenas quando jogam com as grandes, bem como na não felicitação aos recentes campeões Equipa de Cá.
De qualquer forma, Christophe Santos já disse que não irá ingressar na Equipa de Lá e que quer ser bicampeão pela Equipa de Cá.
O Presidente,
Christophe Santos
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